“Sim. É complicado. Elias vai contar tudo ele mesmo, quando estiver pronto.”
Robert assentiu com a cabeça.
Ele ficou parado ao lado do berço por um instante. O bebê olhou para ele com a paciência dispersa de um recém-nascido.
“Ele precisa de um nome”, disse Robert.
“Eu sei”, respondeu Logan.
Joanna vinha pensando nisso desde a noite das fotografias, das luzes bruxuleantes e do envelope que virou tudo de cabeça para baixo. Ela refletia sobre o que significava nascer em uma história já repleta de segredos, perdas e retornos impossíveis.
“Elias”, disse ela.
Os dois homens olharam para ela.
“Não para substituir quem se foi”, disse ela. “Mas para dar um nome a um lugar para onde ir que não seja apenas luto.”
Logan olhou para o pai.
Robert olhou para o bebê.
“Elias”, disse ele suavemente.
O bebê piscou, como se estivesse considerando a possibilidade.
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