Maya gostava delas.”
Meu estômago se contraiu.
“Que mulher?”
“A mulher loira. SUV escuro. Chega de manhã cedo.”
“Ninguém mais visita Maya.”
Otis hesitou.
“Sim, senhora. Ela faz.”
“O que ela diz?”
Seu semblante ficou sério.
“Ela pede desculpas.”
Meu sangue gelou.
“Por que um estranho pediria desculpas à minha filha?”
Otis baixou a voz.
“Porque acho que você não sabe toda a verdade sobre o que aconteceu.”
E, de repente, tudo em que eu acreditava sobre a morte de Maya começou a ruir.
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