No túmulo do meu pai, um coveiro revelou que o caixão estava vazio e me entregou a chave para a verdade.

PARTE 2

Um SUV preto entrou na faixa duas fileiras à frente e parou com o motor ligado.

Puxei a porta do depósito para baixo, entrei sorrateiramente e a abaixei até que restasse apenas uma fina faixa de luz.

Passos se aproximavam lentamente.

Então, uma voz masculina soou através da porta de metal.

“Sra. Carter? Nós só queremos conversar.”

Não disse nada.

Outra voz se seguiu, desta vez mais aguda.

“Sua mãe te envolveu em algo que não deveria ter envolvido.”

Abri o envelope com as mãos trêmulas.

O bilhete era curto.

Emily, se alguém a seguir até aqui, não confie na polícia, em Richard Hale ou em qualquer pessoa da Lawson Financial. Pegue a pasta vermelha e saia pelo portão dos fundos. Me desculpe.

Richard Hale foi chefe da minha mãe durante dezenove anos.

Naquela manhã, ele me abraçou no funeral dela.

Eu o agradeci por ter vindo.

Do lado de fora, algo raspou na fechadura.

Abri a caixa de arquivos que estava aos meus pés.

Dentro havia pastas etiquetadas, um pen drive preso com fita adesiva sob a tampa, extratos bancários, cópias de documentos e uma pasta vermelha contendo registros de transferências bancárias e assinaturas.

Então eu vi a parede do fundo.

Uma placa de madeira compensada cobria parte dele.

Atrás da placa de compensado havia um trecho de cerca de arame que já havia sido cortado.

Minha mãe havia preparado uma rota de fuga.

O homem do lado de fora falou novamente.

“Abra a unidade, Emily. Sua mãe está morta porque parou de cooperar.”

Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.