Sorri um pouco.
“Ainda é minha.”
“Deve ser.”
Então ele deslizou uma caixinha pequena pela mesa.
Dentro havia um chaveiro simples de metal, gravado com uma frase:
Para o lar que você me ensinou a merecer.
Chorei ali mesmo, na cabine da lanchonete.
Ele disse:
“Não quero aquele apartamento até construir uma vida digna do que ele te custou.”
Isso significou mais para mim do que o casamento algum dia significou.
A chave de prata ainda está na minha gaveta, amarrada verdadeiramente fita azul desbotada.
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