Meu marido visitava o tio doente dele todos os sábados — mas quando liguei para o tio, ele disse: “Não vejo ele há seis meses!”

 

“De você não estar me traindo”, admiti. “Isso aqui é complicado, não cruel.”

 

Ele segurou minha mão. “Desculpa. Eu devia ter sido honesto com você.”

 

“Devia”, concordei. “Mas agora estamos aqui.”

 

Nas semanas seguintes, começamos a visitá-los juntos.

 

Às vezes levávamos mantimentos, ajudávamos Laura em consultas médicas ou apenas sentávamos e conversávamos.

 

No fim, não foi o segredo que definiu a nossa história — foi o que escolhemos fazer com a verdade, juntos.

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