Seu rosto empalideceu.
“Colin, por favor.”
"Vá embora", disse ele. "Não consigo olhar para você."
Então Colin se virou para mim, com o rosto se contorcendo em uma expressão de desgosto.
“Mãe”, disse ele, “me desculpe. Eu deveria ter te escutado quando você disse que algo estava errado.”
Assenti com a cabeça uma vez. Eu o amava demais para puni-lo por ter sido enganado. Mas eu me amava demais para fingir que não tinha doído.
—
Duas semanas depois, Ed estava à nossa porta.
“Posso entrar?”, perguntou ele.
“Você pode se recuperar aqui”, eu disse. “Mas é tudo o que posso fazer agora. Não confio em você.”
Seus olhos se encheram de lágrimas. "Vou reconquistar sua confiança."
"Você vai tentar", eu disse. "E eu decidirei se tentar é o suficiente."
—
Naquela noite, coloquei os papéis do divórcio em uma pasta e escrevi três palavras na capa.
“Coisas que eu sobrevivi.”
Então acendi a luz da varanda.
Não porque Ed merecesse uma viagem fácil para casa, mas sim porque eu merecia.
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