A CEO contratou um pai solteiro como motorista temporário — horas depois, ela descobriu que ele era o homem que poderia salvar seu império.

Patricia Boone falou na tela.

“Sente-se, Jason.”

Ele se sentou.

Caleb continuou.

“Os registros de acesso mostram que o Sr. Cole acessou a estação de trabalho relevante quarenta e uma vezes ao longo de quatorze meses, geralmente entre 19h e 19h30, após o expediente ser encerrado. Essas datas coincidem com as transferências de agentes de frete e os ajustes de seguros.”

Jason abriu a boca, mas nada saiu.

Amélia olhou para ele.

“Essas são suas iniciais?”

Sem resposta.

“Essas são suas aprovações?”

Sem resposta.

“Essas são suas contas?”

“Não são meus”, ele retrucou.

“Então por que seu escritório aprovou o corretor?”

Silêncio.

Hail recostou-se na cadeira.

Jason olhou ao redor da sala e finalmente entendeu que não havia mais ninguém para quem se apresentar.

A voz de Patricia era fria.

“Jason, saia da sala. Não leve seu laptop. Não leve seu celular. A segurança o encontrará no corredor.”

Ele se levantou lentamente, como se seu corpo tivesse envelhecido vinte anos em um minuto.

Na porta, ele se virou para Amelia.

“Você acha que isso vai te salvar?”, disse ele.

“Não”, ela respondeu. “Acho que dizer a verdade sim.”

A porta se fechou atrás dele.

Ninguém respirou até ouvir o sinal do elevador.

Parte 3

Por alguns segundos depois que Jason saiu, a sala de conferências pareceu menos um lugar onde um acordo poderia ser assinado e mais um cômodo depois que uma tempestade arrancou o teto.

Todos podiam ver o céu agora. Ninguém sabia ainda se aquilo era uma boa notícia.

Richard Hail pegou o resumo de três páginas novamente. Dobrou-o uma vez com cuidado e o guardou no bolso do paletó.

“Investi em quatorze empresas”, disse ele. “Dez delas tinham algo de podre.”

Amélia sustentou seu olhar.

“Só duas descobriram antes de mim”, continuou ele. “Você é a segunda.”

Ela não soltou o ar. Ainda não.

Hail se levantou.

“Meu escritório enviará os termos revisados ​​até o final do expediente.”

O rosto de Amélia permaneceu impassível, mas Daniel agarrou o encosto de uma cadeira como se suas pernas tivessem falhado.

“O número?”, perguntou ela.

“Continua em trinta e oito.”

Então Hail se virou para Caleb.

“O homem na ponta da mesa. Quem é ele?”

Amélia olhou para Caleb.

Ele não havia comemorado. Não havia dominado a sala. Não havia dado a devida importância a ser notada.

"Ele é o motivo", disse ela, "de ainda haver uma empresa na qual você possa investir."

Hail assentiu com a cabeça.

"Então, pague-o adequadamente."

Para ver as instruções de preparo completas, vá para a próxima página ou clique no botão Abrir (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos no Facebook.